WEB NA ESCOLA, EDIÇÃO 1: MINHA COMUNIDADE TEM SABER

Projeto pedagógico (piloto) para unidades escolares

Este projeto pedagógico foi produzido para um processo seletivo, visando a formação de professores. Resolvi compartilhar o projeto na íntegra para quem possa se interessar em conhecer a estrutura de um projeto pedagógico, o tema ou aplicá-lo em alguma situação prática. 

Baixe o texto do projeto no formato PDF ou DOC:

Justificativa

A produção de conhecimento é uma importante ferramenta de conscientização e de incentivo ao pensamento crítico de uma dada comunidade. Ao passo que o registro e a divulgação desse saber contribui para o reconhecimento de uma coletividade. Conscientizar e reconhecer, pois, o lugar em que (con)vivemos torna-se essencial para o processo de autonomia de um dado grupo. Por sua vez, historicamente, o planejamento escolar está pautado por conteúdos que nem sempre estão conectados com a realidade das unidades escolares e circunvizinhança.

Os ruídos de comunicação e aprendizagem no ambiente escolar são, muitas vezes, causados pela desconexão entre corpo pedagógico, discentes e a comunidade em que a escola está sediada, visto que a segunda ainda é alimentada por um pensamento canônico de dependência, cultualidade, com ideais de pureza e originalidade. Enquanto pertencemos a uma sociedade culturalmente miscigenada e conectada, na qual interagimos, diariamente, com noções de memeficação (ironia e paródia), simulação, reconstrução e reusabilidade, desde a popularização da internet, no final do século XX. 

De proporção mundial, a pandemia da COVID-19 desvendou questões de acesso (MORAES, 2020; AGÊNCIA BRASIL, 2021) e compreensão sobre uma pedagogia digital no mundo todo, intensificando as demandas entre a realidade brasileira comunitária, conectividade e os processos pedagógicos no espaço escolar. Se por um lado, antes do isolamento social, já havia a naturalização do uso de smartphones na sala de aula por parte dos discentes, por exemplo, e uma parcela de um corpo pedagógico que, muitas vezes, não compreendia a aplicação do meio virtual e digital nas atividades escolares; por outro, a Educação foi impulsionada a pensar uma didática da comunicação digital, à medida que antigos e novos desafios pedagógicos (IDOETA, 2020) vieram à superfície, diante da urgência de um ensino em meio virtual e a distância.

Portanto, o projeto WEB na Escola surge da importância em se estabelecer pontes entre o saber empírico da comunidade e o saber teórico da escola, por meio da produção colaborativa de conteúdo autoral da periferia recifense, através da inclusão de Recursos Educacionais Digitais (REDs) e Objetos Digitais de Aprendizagem, intercambiando o espaço escolar com as plataformas digitais educacionais e as mídias sociais vigentes. De modo a criar uma dinâmica pedagógica conectada com as demandas sociais e escolares da atualidade, em que tanto o saber dos estudantes como o da equipe pedagógica vão atuar em conjunto, nutrindo e apoiando um ao outro, na valorização de um saber comunitário (ou periférico).

Objetivo Geral

O objetivo geral consiste em estimular o uso consciente das grandes mídias pela autonomia e pensamento crítico, através da produção de conteúdo autoral, visando a construção de um saber (do pensar, do movimentar e do sentir) comunitário. Logo, de reconhecimento de uma cultura periférica de bairros da periferia recifense.

Objetivos Específicos

Incluem os objetivos específicos do presente projeto pedagógico:

  1. Estimular a produção de um saber (do pensar, do movimentar e do sentir) comunitário em que a unidade escolar está baseada;
  2. Promover o saber comunitário na relação com a escola e a grande rede a partir de três camadas: o pensar, o movimentar e o sentir.
  3. Criar conteúdos digitais para a plataforma social escolhida (Twitter, Instagram, Facebook, Youtube etc.), conforme os respectivos gêneros discursivos que a caracterizam;
  4. Selecionar os conteúdos (curadoria) publicados na rede social que comporão o zine impresso; 
  5. Confeccionar um zine impresso e artesanal para ser divulgado no ambiente escolar e na comunidade;
  6. Produzir materiais acessíveis, dependendo da disponibilidade técnica de cada unidade escolar: áudio-descrição; vídeos com legendas; tradução em Libras; texto descritivo (#PraCegoVer) nas postagens virtuais, quando houver imagens.

Público-alvo

O presente projeto tem como foco discentes do 7º ao 9º ano do Ensino Fundamental II.

Metodologia

O projeto pedagógico WEB na Escola propõe o uso de duas aprendizagens ativas, tendo como proposta-base a aplicação de dois métodos: situação-problema (INSTITUTO CLARO, 2018) e aula invertida (CIEB, 2020). O primeiro método deve ser aplicado já na etapa inicial, no qual o questionamento-base que guiará o resultado pela construção de um saber (do pensar, do movimentar e do sentir) comunitário é: como construir um saber e memória da nossa comunidade, entre o mundo virtual e presencial?  

Dentro desse tema proposto acima, cabe a cada docente-facilitador, em conjunto com a turma, identificar um tópico específico que conecte o assunto da disciplina com a prática da comunidade. Ao passo que o critério-base para a seleção é responder a situação-problema em três seções: (i) O pensar da comunidade; (ii) O movimentar da comunidade; (iii) O sentir da comunidade. 

As seções devem ser divulgadas, fisicamente, no formato de um zine impresso, por meio de uma seleção dos conteúdos produzidos no meio virtual. Assim como devem ser midiatizados na plataforma digital escolhida. Cada seção publicada em formato de postagem pode ser identificada por hashtags. Por exemplo: #PensarCultura; #MovimentarMulheres; #SentirPoesia; entre outras propostas.

Essas três camadas, naturalmente, vão levar a outras inquietações: Como penso a minha comunidade? Como me movimento na minha comunidade? Como sinto a minha comunidade? Por fim: como mudar a realidade da minha comunidade nessas três áreas do pensar, movimentar e sentir um saber comunitário?

Com isso e contemplando o segundo método, o docente-facilitador deverá fornecer conteúdo textuais diversos (sejam eles didáticos, explicativos, argumentativos, artísticos, musicais etc.), tanto em sala de aula como para leitura em casa, sobre a sua área de conhecimento, com o intuito de fornecer, para os grupos, embasamento para a busca por soluções para a situação-problema e inquietações propostas acima ou demais demandas que poderão surgir no processo educativo. Enquanto aos estudantes, caberão trazer conteúdos que o sensibilizaram, da comunidade, a serem integrados à ação, por meio de busca bibliográfica ou in loco (estudo de caso).

Outra sugestão, é que os grupos poderão ser organizados por diferentes áreas sociais, culturais e artísticas, por exemplo: O saber poético em/na/no [nome da comunidade]; O saber esportivo na comunidade em/na/no [nome da comunidade]; O saber artesão em/na/no [nome da comunidade] etc. 

Um dos desafios primeiros será interligar as áreas do pensar, movimentar e sentir, visto que a educação ainda é muito voltada, majoritariamente, para a dimensão cognitiva do aprendizado. Sendo recomendada para o docente-facilitador o estudo prévio sobre os domínios da Taxonomia de Bloom (KOCH, 2016).

Atividades

WEB na Escola é um projeto multidisciplinar, logo, deve envolver todas as disciplinas e seus respectivos docentes no planejamento e execução da iniciativa, podendo ser realizado nas modalidades presencial, semipresencial e a distância. O corpo pedagógico decidirá a subdivisão de responsabilidade de cada docente por turma.

No meio virtual, as atividades devem utilizar gêneros discursivos virtuais (postagens, stories, reels etc.) para serem publicadas em rede social (Twitter, Instagram, Youtube etc.) que deve ser escolhida de forma conjunta. No presencial, realizar o lançamento do zine, resultado físico do projeto.

 Responsabilidades do docente/corpo pedagógico:

  1. Propor a situação-problema que servirá como ponto de partida do projeto;
  2. Prever, em conjunto com a turma, possíveis demandas ou desafios que possam surgir durante a realização das atividades, seja na etapa de pesquisa, seja na etapa de produção de conteúdo ou divulgação;
  3. Auxiliar os estudantes a associarem a abordagem teórica da disciplina com a demanda social, prática, da comunidade;
  4. Expor, didaticamente, o assunto teórico da disciplina que esteja conectado com a prática social;
  5. Orientar sobre os desafios e as demandas que os grupos podem trazer no percurso de execução do projeto;
  6. Avaliar, qualitativamente, a participação dos alunos, individualmente, e dos grupos, coletivamente;
  7. Propor, ao final de cada etapa, que os grupos se autoavaliem, pontuando qualidades que descobriram, experiências que tiveram, amadurecimentos que alcançaram. Bem como, identificar melhorias que consideram importante fazer para as próximas fases;

Responsabilidades do discente/grupo ou da turma:

  1. Definir a(s) mídia(s) social(ais) para publicação e divulgação do conteúdo produzido;
  2. Prever, em conjunto com a turma, possíveis demandas ou desafios que possam surgir durante a realização das atividades, seja na etapa de pesquisa, seja na etapa de produção de conteúdo ou divulgação;
  3. Buscar soluções para a situação-problema inicial, proposta pelo docente. Assim como para as possíveis demandas e desafios que possam surgir durante o processo;
  4. Acompanhar os materiais fornecidos pelo docente, com o intuito de tirar possíveis dúvidas.
  5. Ser proativo (ter iniciativa) na busca de novas informações e conteúdos, tendo como finalidade.;
  6. Buscar soluções que conectem a teoria à prática da comunidade e vice-versa;
  7. Expor os desafios e demandas de complexa solução para a turma e ao docente, para que o resultado seja construído de forma colaborativa e coletiva;
  8. Definir formatos de criação, produção e promoção dos conteúdos;
  9. Pesquisar e selecionar conteúdos para cada etapa de execução;

Habilidades trabalhadas

  1. Pesquisa bibliográfica ou in loco (estudo de caso) dos assuntos definidos em sala de aula, seja no meio presencial ou virtual, para construir um saber comunitário;
  2. Edição de fotos e vídeos por meio de softwares ou aplicativos básicos e gratuitos;
  3. Produção de gêneros textuais híbridos, isto é, verbais, visuais, sonoros, táteis, entre outras estruturas multifacetadas;
  4. Produção artesanal de uma publicação impressa (zine);
  5. Reestruturação/ressignificação de textos e linguagens diversas, visando a síntese, reutilização ou reconstrução dessas informações/textos/linguagens para formatos próprios das mídias sociais (postagem, stories, reels etc.);
  6. Criação intencional de uma imagem comunitária;
  7. Promoção de conteúdo autoral comunitário;

Componente curricular

Mídias sociais como Recursos Educacionais Digitais (RED)

Cabe ao discente a principal tarefa de, por meio da aula invertida, compor o próprio currículo sobre a definição, características, formas de produção e divulgação da rede social escolhida para o meio virtual. Isso não impede que o corpo pedagógico contribua com a disponibilidade de material e orientação que enriqueçam a pesquisa. Veja, as seguir, referência de material sobre produção e engajamento de conteúdos em redes sociais: https://resultadosdigitais.com.br/marketing/conteudo-para-redes-sociais/

Objetos Digitais de Aprendizagem (ODAs)

Cada docente pode incluir ODAs prontos em suas disciplinas, disponíveis nos seguintes repositórios:

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil

Cada grupo deve contemplar, em suas produções, ao menos um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), no Brasil, estipulados pela ONU. Material disponível com as 17 ODS em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs

Materiais necessários

Virtualmente

  1. Smartphone, tablet, desktop, notebook ou qualquer outro eletrônico com acesso à internet, editores de vídeo, foto, áudio e/ou figurinhas e gifs, além da possibilidade de realizar publicação nas mídias sociais;
  2. Google Meet ou outro RED gratuito que possibilite a realização de aula por videoconferências com interação via chat e lousa interativa, no caso de modalidade a distância ou semipresencial;
  3. Google Sala de Aula (por disciplina) ou outro RED gratuito que: facilite a comunicação entre docentes e discentes; anexe os conteúdos trabalhados durante o projeto; comunique os alunos sobre atualizações do projeto; possibilite um fórum ou outra forma similar de interação  que estimule a discussão das etapas do projeto entre docentes e discentes; permita a criação/automação de rubricas que facilite o processo avaliativo do projeto;  
  4. ODAs disponibilizados no Rived (RIVED, 2022) destinados ao Ensino Fundamental, conforme a área de conhecimento do docente.

Presencialmente

  1. Laboratório de informática da unidade escolar. Smartphone, tablet, notebook ou qualquer outro eletrônico com acesso à internet, editores de vídeo, foto, áudio e/ou figurinhas e gifs, além da possibilidade de realizar publicação nas mídias sociais;
  2. Material escolar básico para realizar anotações e atividades escolares;
  3. Multimídia com internet para projetar os conteúdos que serão abordados em sala de aula.
  4. Cartolina, papel, impressora, notebook, tinta, lápis, tesoura, cola, caneta, hidrocor ou qualquer outro material útil na composição de uma publicação artesanal impressa (zine), conforme a disponibilidade de investimento material da unidade escolar.

Avaliação

Os critérios de avaliação incluem:

  1. Frequência escolar;
  2. Participação em cada etapa do projeto;
  3. Autoavaliação (individual e coletiva) ao final de cada etapa;
  4. Análise comparativa entre as expectativas da fase inicial e os resultados obtidos na etapa final.

Cronograma de execução

Planeja-se um cronograma de execução total (Tabela 1) do projeto pedagógico de quatro meses/etapas.

Tabela 1. Cronograma de execução total do projeto “WEB na Escola”

Etapas
Etapa 1: Conscientizar e Reconhecer
Mês 1
Semana 1Identificar as situações-problemas na teoria da sala de aula;
Identificar as situações-problemas na prática da comunidade;
Semana 2Identificar contradições e convergências entre a teoria da escola e a prática da comunidade;Semana 3Planejar a execução do projeto de acordo com o resultado esperado por cada grupo;Semana 4Autoavaliação oral, individual e coletiva;
Avaliação do facilitador de todo o processo em conjunto com a turma;
Etapa 2: Pesquisar e Propor
Mês 2
Semana 1Dividir as funções de gerenciamento dos grupos;
Realizar a busca bibliográfica dos tópicos levantados para cada grupo, na etapa 1 (situação-problema);
Semana 2Fazer uma pesquisa in loco dos tópicos levantados para cada grupo, na etapa 1 (situação-problema);
Poderá se utilizar de anotações a partir de percepções ou realizar entrevista com habitantes locais;
Semana 3Analisar os resultados obtidos durante a pesquisa;
Identificar as possíveis respostas para a situação-problema;
Semana 4Autoavaliação oral, individual e coletiva;
Avaliação do facilitador de todo o processo em conjunto com a turma;
Etapa 3: Produzir
Mês 3
Semana 1Dividir as funções de gerenciamento dos grupos;
Selecionar os conteúdos a serem publicados;
Semana 2Definir os formatos e frequência com que os conteúdos serão divulgados nas redes sociais;
Produção do conteúdo a ser divulgado na rede social;
Semana 3Realizar a curadoria dos conteúdos que serão publicados no zine;
Confeccionar a publicação artesanal;
Semana 4Autoavaliação oral, individual e coletiva;
Avaliação do facilitador de todo o processo em conjunto com a turma;
Etapa 4: Promover
Mês 4
Semana 1Dividir as funções de gerenciamento dos grupos;
Lançamento do projeto na rede social;
Divulgação dos conteúdos produzidos para o virtual;
Semana 2Divulgação dos conteúdos produzidos para o virtual;
Divulgação do lançamento do zine;
Semana 3Divulgação dos conteúdos produzidos para o virtual;
Lançamento do zine;
Semana 4Autoavaliação oral, individual e coletiva;
Avaliação do facilitador de todo o processo em conjunto com a turma;

Exercite a autonomia!

Conteúdos sobre mídias sociais

Uma boa ideia para começar a compor os primeiros passos do projeto WEB na Escola para futuros projetos é produzir conteúdos explicando sobre a mídia social escolhida para a iniciativa, apresentando definição, características e exemplos, criando um material de referências no repositório.

Exemplo de mídias sociais e abordagens

Escolha a mídia social de acordo com a abordagem de produção de conteúdo e comunicação da mídia social definida para a iniciativa. Por exemplo:

  1. Youtube: Abordagem de um conteúdo através de produção audiovisual que demanda mais tempo.
  2. Twitter: Abordagem de conteúdo majoritariamente textual mais sintético, mas que pode mesclar imagens estáticas e animadas (vídeos e gifs, por exemplo) como elemento ilustrativo.
  3. Instagram: Abordagem de conteúdo multifacetado, pois permite formatos textuais (audio)visuais estáticos e animados, curtos e longos.
  4. Sugestão de outras mídias sociais para identificação e caracterização: TikTok, Facebook (solicite mais sugestões aos estudantes).

Exemplos para o projeto

Nós, mulheres da periferia

@nosmdaperiferia
Uma redação jornalística de mulheres periféricas com um olhar para os temas que são importantes no Brasil e no mundo.
https://twitter.com/nosmdaperiferia

andarilha edições

@andarilhaedicoes
editora independente artesanal
https://www.instagram.com/andarilhaedicoes/

Levante Popular da Juventude

Movimento social e popular voltado para a luta de massas, que organiza a juventude do Brasil: seja na periferia das grandes cidades ou no campo, na escola ou na universidade.

https://www.youtube.com/c/LevantePopulardaJuventudeoficial

Referencial básico

AGÊNCIA BRASIL. Pesquisa mostra desigualdade no acesso a internet entre alunos. Agência Brasil, Educação, 16 jun. 2021. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2021/06/4931472-pesquisa-mostra-desigualdade-no-acesso-a-internet-entre-alunos.html

CIEB. Ensino Híbrido e o uso das tecnologias digitais na Educação Básica. CIEB Notas Técnicas, 02 jun. 2021. Disponível em: https://cieb.net.br/nota-tecnica-ensino-hibrido/. Acesso em: 03 jul. 2022. 

CIEB. Ensino híbrido: sala de aula invertida. Youtube, 28 jan. 2020. Canal CIEB. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=EFtCTLvMX6M. Acesso em: 03 jul. 2022.

CIEB. Estratégias de Aprendizagem Remota (EAR): características e diferenciação da Educação a Distância (EAD). CIEB Notas Técnicas, 27 mai. 2020. Disponível em: https://cieb.net.br/estrategias-de-aprendizagem-remota-ear-caracteristicas-e-diferenciacao-da-educacao-a-distancia-ead/. Acesso em: 03 jul. 2022. 

CIEB Notas Técnicas #5. Orientações para seleção e avaliação de conteúdos e recursos digitais. CIEB. Disponível em: https://cieb.net.br/wp-content/uploads/2019/06/CIEB-Notas-T%C3%A9cnicas-5-Orienta%C3%A7%C3%B5es-para-Sele%C3%A7%C3%A3o-e-Avalia%C3%A7%C3%A3o-de-Conte%C3%BAdos-e-Recursos-Digitais-2019.pdf. Acesso em: 03 jul. 2022. 

CIEB. Orientações para seleção e avaliação de conteúdos e recursos digitais. CIEB Notas Técnicas, 16 ABR. 2019. Disponível em:  https://cieb.net.br/cieb-notas-tecnicas-5-orientacoes-para-selecao-e-avaliacao-de-conteudos-e-recursos-digitais/. Acesso em: 03 jul. 2022. 

INSTITUTO CLARO. Situação-problema: como propor exercícios que desafiem os alunos, Youtube, Canal Instituto Claro, 22 ago. 2018.Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=fEwB7UQ05I0.  Acesso em: 03 jul. 2022. 

MORAES, Lucas. Em Pernambuco, 908 mil casas não têm acesso à internet por falta de dinheiro ou porque as pessoas não sabem usá-la. JC Online, Tecnologia, 29 abr. 2020. Disponível em: https://jc.ne10.uol.com.br/economia/2020/04/5607642-faltam-dinheiro-e-habilidade-de-uso-para-908-mil-lares-de-pernambuco-terem-acesso-a-internet.html.  Acesso em: 03 jul. 2022. 

IDOETA, Paula Adomo. Os desafios e potenciais da educação à distância, adotada às pressas em meio à quarentena. BBC Brasil, 17 ABR. 2020. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52208723.  Acesso em: 03 jul. 2022.

KOCH, Duda. Taxionomia Digital de Bloom. Youtube, Canal Duda Koch, 24 jan. 2016. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_1xN0jGIbdw. Acesso em: 03 jul. 2022. 

RIVED. Ministério da Educação, Brasil. Disponível em:  http://www.dmm.im.ufrj.br/projeto/rived/index.html. Acesso em: 03 jul. 2022. 

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